Movimentos Básicos
Posição básica:
Este ponto de partida é de extrema importância pois define grande parte da qualidade dos movimentos que se vão fazer a seguir.
A Dança do Oriente pode ser muito saudável para corpo e mente se ambos estiverem bem colocados. Por isso, tenham atenção à vossa postura se quiserem usufruír de todos os benefícios que esta dança vos traz.
A coluna deve estar alinhada com o pescoço e com a pélvis e os joelhos levemente dobrados para permitir que a coluna se mantenha sempre reta e para dar às pernas e pélvis a flexibilidade e o campo de ação necessários para torsões e movimentos bruscos que tenham algum impacto sobre os joelhos.
Os pés devem estar afastados de forma a alinharem-se com a pélvis e o peso do corpo deve ser bem distribuído entre as duas pernas (distribuição de peso consciente).
Braços e ombros colocados lateralmente e totalmente relaxados, bem como o peito que deve estar igualmente alinhado com a coluna.
Tentar sentir o conforto desta posição e SENTIR-SE nesta mesma posição de forma a poder auto-corrigir-se, sempre que for necessário.
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OITO EGÍPCIO (FRENTE)
Este é um movimento muito usado na Dança do Oriente e também ele carrega uma carga simbólica muito grande por representar o INFINITO, o UNO sem começo nem fim, as ondas do mar que não cessam o seu baile de eterna fluidez.
Neste caso vamos desenhar (no sentido do chão) a figura do algarismo oito.
Ao redor de cada perna será desenhado um pequeno círculo unido no meio para fazer o oito.O peso do corpo passará de uma perna para a outra com fluidez e sem definir um começo nem um final para o movimento. |
1. Pés paralelos e braços para cima.
2. Inicie o movimento imaginando que os quadris desenham um oito sem parar na horizontal. Mantenha os joelhos flexionados.
3. Os joelhos funcionam como molas, impulsionando os quadris de trás para frente, um lado de cada vez. Conforme movimenta o quadril, flexione os joelhos alternadamente. |
OITO AMERICANO (P/ TRÁS)
Com o mesmo princípio do oito egípcio, porém impulsionando o quadril da frente para trás, formando o reverso do movimento anterior. |

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OITO MAYA
Neste movimento a figura do infinito é desenhada no sentido da parede, isto é, o movimento inicia de cima para baixo desenhando um círculo de cada lado, como se estivéssemos desenhando na parede com nosso quadril
.1. Joelhos flexionados e coluna alinhada.
2. Levante um dos lados do quadril.
3. Projete-o para o lado sem baixá-lo
4. Baixe-o flexionando o joelho novamente.
5. Repita para o outro lado dando continuidade ao movimento. |
OITO MAYA INVERTIDO
Oposto do movimento anterior, também no sentido parede, porém de baixo para cima.
1. Baixe um dos lados do quadril.
2. Projete para o lado.
3. Levante...
4. E baixe-o novamente para dar continuidade ao movimento. |

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HIP DROP (queda de quadril) e HIP LIFT (subida de quadril)
A diferença entre o hip lift e o hip drop, está naquilo que enfatizamos quando executamos o movimento.
Se quisermos enfatizar a subida, teremos o hip lift, se quisermos enfatizar a queda, teremos o hip drop.Aqui funcionamos com uma anca de cada vez e no sentido lateral (embora haja variações sobre outras direções em que se pode executar o movimento).
Ela vai subir ou descer numa linha reta paralela ao corpo (na vertical) e, normalmente, tanto a descida como a subida servem para enfatizar uma parte específica da música (percussão, na maioria das vezes).
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PASSO EGÍPCIO
Executa-se da mesma forma que o Hip Lift, acrescentado de um pequeno chute lateral com a ponta dos dedos dos pés esticados.
1. Sobe o quadril numa linha reta paralela ao corpo (na vertical).
2. Desce no mesmo sentido.
3. Sobe novamente.
4. Desce agora escorregando o pé para o lado em frente a perna oposta (como um pequeno chute).
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CÍRCULO MÉDIO
No sentido “chão” desenha-se um círculo contornando seus pés, nem maior nem menor que esta proporção, lembrando que temos ai 4 pontos a serem respeitados:
Norte, Sul, Leste e Oeste
1. Corpo alinhado e tórax firme.
2. Projete o quadril para o lado.
3. Frente.
4. Lado.
5. Trás ... |
Dando ou não continuidade ao movimento, ele pode ser usado parado ou em deslocamentos, com pequenos passos para a lateral.
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CÍRCULO GRANDE(círculo da Lua)
No mesmo princípio que o anterior, porém em maior dimensão, o círculo é desenhado no tamanho de seus braços abertos e com o auxílio do tronco para realizar esta dimensão.
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CÍRCULO PEQUENO
Também sentido "chão":
1. Com os joelhos tensionados relaxe um deles projetando um dos lados do quadril para cima
2. Encaixe o quadril “projetando a pélvis para cima”
3. Relaxe o joelho oposto projetando o outro lado do quadril para cima
4. “Desencaixe” projetando a pélvis para baixo.
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CABEÇA DE SERPENTE
Este movimento resume-se à deslocação do maxilar de um lado para o outro.Embora seja a cabeça que parece mover-se, a zona de onde parte o movimento é o maxilar e é daqui que temos de imaginariamente “puxar” para um lado e para o outro sem que a cabeça “deite”, isto é, manter a cabeça alinhada.
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SNAKE ARMS – Ondulação de braços
Existem várias formas de movimentação de braços mas uma das mais usadas é uma ondulação lateral que alterna os dois braços. Quando um braço sobe lateralmente, o outro desce e assim consecutivamente.
Os ombros estão relaxados e imóveis neste tipo de movimentação. Apenas os braços se movem de forma fluída e coordenada |
1. Os braços vão desenhar ondulações no espaço. Levante o braço direito até a altura dos ombros projetando os cotovelos para cima.
2. Levante o antebraço usando a força de seu pulso projetando os dedos para baixo até que alongue os braços.
3. Relaxe os cotovelos.
4. Levante a mão projetando a palma para fora, deixando que relaxe o braço até em baixo.
5. Abra o outro braço lentamente, fazendo um esforço de resistência com o que já está levantado, provocando uma oposição de forças. |
SLIDE DE PEITO (Deslocamento)
Vamos imaginar uma linha reta puxando o peito ora para a direita, ora para a esquerda e teremos um dos principais isolamentos desta zona do corpo.
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